O homem razoável e justo começa primeiro por si mesmo: examina-se e considera-se, julga-se e condena-se, e não se perdoa onde não tem razão.
O homem razoável e justo começa primeiro por si mesmo: examina-se e considera-se, julga-se e condena-se, e não se perdoa onde não tem razão.
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Nós, os homens, somos como aves que caem sempre nas mesmas redes e mesmo assim não querem ouvir.
Não há ofício mais vergonhoso do que a ociosidade, o não fazer nada e a preguiça.